30 de mai de 2007

Raul Rock Club Band -A banda Oficial do Raul Rock Club

Raul Rock Club Band A banda Oficial do Raul Rock Club Não se trata de uma banda cover, ou de sósias de Raul Seixas (sem desmerecer nenhum trabalho desse tipo) e sim de uma banda formada por fãs e com a mesma energia de palco e de público que se via nos shows de Raulzito e que relembra não só grandes sucessos do Maluco Beleza, como passeia por toda sua trajetória musical, contribuindo com a função idealizada por Sylvio quando fundou o Raul Rock Club: Relembrar, divulgar para as novas gerações e perpetuar a obra daquele que sem dúvida foi um dos maiores fenômenos musicais do nosso país! A Raul Rock Club Band é: Macarrão: Vocal Caverna: Guitarra Lu Stopa: Baixo Di: Bateria Fabio Xavier: Teclados Site: www.cavernaguitar.com/rrcb.htm Comunidade: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=33264645 Long Live Rock and Raul!!!!!Esta mensagem foi enviada por Lu Stopa (c). Para ver o perfil de Lu, clique em:http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=16986117273614669029
BELEZA MALUCOS!

19 de mai de 2007

César Di - Comemoração de 10.000 visualizações por mês da Cantina do Rock!

César Di - Comemoração de 10.000 visualizações por mês da Cantina do Rock!
Escolhi Cesar Di para comemorar esta marca que jamais foi almejada..a idéia inicial do blog era apenas compartihar alguns sons que andei coletando durante a jornada de uma forma bem amadora e simples ..mas logo percebi que tomou uma dimenção maior ...Conheci o Som do Cezar Di a quase 8 meses..mas guardei como vinho de reserva para um motivo especial..andei curtindo em algumas viajens ao litoral do sul..apresentei a amigos, desconhecidos..e muita gente quis ouvir..a pergunta que se apresenta é quase a mesma :
Quem é ? De onde veio?
Mas a conclusão era unâmine em tom surpreso:
A onde vai dar?
Cezar Di é um artista desse raros que só aparecem de tempos em tempos ...tipo João Lopes..Zé Geraldo..Raul Seixas..Zé Ramalho..e assim como todos estes citados ..Cezar Di faz parte deste seleto grupo onde estão realmente os verdadeiros Artistas..pois o que mais existe na música é gente dizendo que é artista sem ser..Não é o Caso de Cara.Superrespeito a vc Cezar Di é o que tem a Cantina do Rock a lhe oferecer!
A Seguir Cezar Di por Cezar Di:
Olá Amigos me adicionem no César Di 3.http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=15044676677947862487
Se quiserem ver o César Di 1, entrem no link abaixohttp://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=1822497145439642421
A comunidade que a Eliane fez prá mim: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=24353688
Sou um músico..., cantor e compositor e estou trabalhando meu terceiro cd que se chama "Ebulição de Idéias".
Minhas principais influências são: Raul Seixas, Zé Geraldo e Zé Ramalho.
Este CD tem uma música que eu fiz em homenagem ao grande maluco beleza "Raul Seixas" e a participação especialíssima do grande mestre e conterrâneo Zé Geraldo.
Tem também a participação de uma recente revelação da música brasileira: meu brother Arleno Farias cantando comigo "Essência oculta", canção que faz parte da trilha sonora do filme "São Paulo de Uauá"(melhor filme documentário de 2006-Brasil)do cineasta Hermano Penna, Exibido pela TV Cultura em maio/2006.
Espero que todos gostem...
Foi gravado nos Estúdios Curumim e Mor(S.P) e tem o Jean Trad nas guitarras e Carlinhos de Lia nos baixos.
Já está disponível no meu site... www.cesardi.com.br/comprar_cd.php
Gosto muito de ler e escrever...Para ouvir as músicas e conhecer um pouco mais sobre meu trabalho, visite meu site: www.cesardi.com.br
Show César Di Em São Paulo:*20 DE MAIO.
Local: Lua Nova-Recanto dos Cantadores.
Endereço: Rua Conselheiro Carrão 451, Bela Vista, Centro-São Paulo,(Esquina com a Rua 13 de Maio).
Horário: 20:30Hs.
Informações: 11-32531609.
Farei uma participação especial no show do Nininho de Uauá.
Obs: Se quiser ver vídeo com trecho de show ao vivo em São Paulo é só digitar César Di no youtube ou dar uma olhada nos meus vídeos(meu orkut)!!!Ótimo fim de semana prá vc!!!
Que beleza de Som!

18 de mai de 2007

(Clarice Lispector)

Renda-se, como eu me rendi, mergulhe, como eu mergulhei.
Não se preocupe em entender, Viver ultrapassa todo entendimento."
(Clarice Lispector)

17 de mai de 2007

AVE SANGRIA - DIARIO DE VOO


Nov 2, '06 4:05 PMfor everyone

Eles usavam batom, beijavam-se na boca em pleno palco, faziam uma música suja, com letras falando de piratas, moças mortas no cio.
E eram muito esquisitos; "frangos", segundo uns, e uma ameaça às moças donzelas da cidade, conforme outros. Estes "maus elementos" faziam parte do Ave Sangria, ex-Tamarineira Village, banda que escandalizou a Recife de 1974, da mesma forma que os Rolling Stones a Londres de dez anos antes.
Com efeito, ela era conhecida como os Stones do Nordeste.
"Isto era tudo parte da lenda em torno do Ave Sangria" - explica, 25 anos depois, Rafles, o ministro da informação do grupo.
"O baton era mertiolate, que a gente usava para chocar. Não sei de onde surgiu esta história de beijo na boca, a única coisa diferente na turma eram os cabelos e as roupas."
Rafles por volta de 68, era o "pirado" de plantão do Recife.
Entre suas maluquices está a de enviar, pelo correio, um reforçado baseado, em legítimo papel Colomy, para Paul McCartney.
Meses depois, ele recebeu a resposta do Beatle: uma foto autografada como agradecimento.
Foi Rafles quem propôs o nome Tamarineira Village, quando o grupo tomou uma forma definitiva, com a entrada do cantor e letrista Marco Polo. Isto aconteceu depois da I Feira Experimental de Música de Fazenda Nova.
Até então, sem nome definido, Almir Oliveira, Lula Martins, Disraeli, Bira, Aparício Meu Amor (sic), Rafles, Tadeu, e Ivson Wanderley eram apenas a banda de apoio de Laílson, hoje cartunista do DP.
Marco Polo, um ex-acadêmico de Direito, foi precoce integrante da geração 45 de poetas recifenses. Com 16 anos, atreveu-se a mostrar seus poemas a Ariano Suassuna e a Cesar Leal. Foi aprovado pelos dois e lançou seu primeiro livro em 66. Em 69, iniciou-se no jornalismo, como repórter do Diário da Noite.
Logo ganhou mundo. Em 70, trabalhou por algum tempo no Jornal da Tarde, em São Paulo, mas logo virou hippie, trabalhando como artesão na desbundada praça General Osório, em Ipanema. O primeiro show como Tamarineira Village foi o Fora da Paisagem, depois do festival de Fazenda Nova. Vieram mais dois outros shows, Corpo em Chamas e Concerto Marginal. A partir daí a banda amealhou um público fiel.
Ciganos:
A mudança do nome aconteceu quando o grupo passou a ser convidado para apresentações em outros Estados. Os músicos cansaram-se de explicar o significado de Tamarineira Village. O Ave Angria, segundo Marco Polo, foi sugestão de uma cigana amalucada, que encontraram no interior da Paraíba: "Ela gostou de nossa música e fez um poema improvisado, referindo-se a nós como aves sangrias. Achamos legal. O sangria, pelo lado forte, sangüíneo, violento do Nordeste.
O ave, pelo lado poético, símbolo da liberdade do nosso trabalho.Na época, o som do Quinteto Violado era uma das sensações da MPB. Não tardou para as gravadoras mandarem olheiros ao Recife em busca de um novo quinteto. A RCA foi uma delas. O Ave Sangria foi sondado e recusou a proposta (a RCA contratou a Banda de Pau e Corda).
O disco viria com a indicação da banda, pelo empresário dos Novos Baianos, à Continental, a primeira gravadora a apostar no futuro do rock nacional. Antecipando a gozação por serem nordestinos, os integrantes da banda chegaram no estúdio Hawai, na Avenida Brasil, Rio, todos de peixeira na mão: "Falamos para o pessoal ter cuidado, porque a gente vinha da terra de Lampeão", relembra Almir Oliveira.
Foi um dos poucos momentos de descontração da banda. Com exceção de Marco Polo, nenhum dos integrantes conhecia o Rio e jamais haviam entrado num estúdio de gravação.De peixeira na mãoComo agravante, quem produziu o disco foi o pouco experiente Marcio Antonucci. Ex-ídolo da Jovem Guarda (formou a dupla Os Vips, com o irmão Ronaldo), Antonucci ficou perdido com o som que tinha em mãos, e o pôs a perder: "Ele não entendeu nada daquela mistura de rock e música nordestina que a gente fazia, e deixou as sessões rolarem. O diabo é que a gente também não tinha a menor experiência de estúdio", conta o guitarrista Paulo Rafael. Resultado: o disco acabou cheio de timbres acústicos.
O Ave Sangria, involuntariamente, virou uma espécie de Quinteto Violado udigrudi. E adulterado não foi apenas o som. A gravadora não topou pagar pela arte da capa e colocou em seu lugar um arremedo do desenho original, assinado por Laílson.O disco, mesmo pouco divulgado, conseguiu relativo sucesso no Sudeste, e vendeu bastante em alguns Estados do Nordeste. Uma das músicas que fizeram mais sucesso, e polêmica, foi o samba-choro Seu Waldir. "Seu Waldir o senhor/ Machucou meu coração/ Fazer isto comigo, seu Waldir/ Isto não se faz não... Eu quero ser o seu brinquedo favorito/ Seu apito/ Sua camisa de cetim..." Numa época em que a androginia tornava-se uma vertente da música pop.
Lá fora com o gliter rock de David Bowie, Gary Glitter e Roxy Music com Alice Cooper, a aqui com o rebolado dos Secos & Molhados, Seu Waldir foi considerado pelos moralistas pernambucanos como uma apologia ao homossexualismo, quando não passava de uma brincadeira do irreverente do Ave Sangria.Seu Waldir por pouco não vira mito. Uns diziam que era um senhor que morava em Olinda, pelo qual o vocalista do Ave Sangria apaixonara-se. Outros, que se tratava de um jornalista homônimo. Enfim, acreditava-se que o tal Waldir era um personagem de carne e osso.
Marco Polo esclarece a história do personagem "Eu fiz Seu Waldir, no Rio, antes de entrar na banda. Ela foi encomendada por Marília Pera para a trilha da peça A Vida Escrachada de Baby Stomponato, de Bráulio Pedroso, que acabou não aproveitando a música".O Departamento de Censura da Polícia Federal não levou fé nesta versão. Proibiu o LP e determinou seu recolhimento em todo território nacional.
A proibição incitada, segundo os integrantes do Ave Sangria, pelo hoje colunista social do Diário de Pernambuco, João Alberto: "Ele tocava a música no programa de TV que ele apresentava e comentava que achava um absurdo, que uma música com uma letra daquelas não poderia tocar livremente nas rádios", denuncia Rafles. Almir Oliveira diz que lembra dos comentários do jornalista na televisão: "Mas não atribuo diretamente a ele. Se não fosse ele, teria sido outra pessoa, a música era mesmo forte para a época", ameniza.
A proibição, segundo comentários da época, deveu-se a um general, incentivado pela indignação da esposa, que não simpatizou com a declaração de amor a seu Waldir.O disco foi relançado sem a faixa maldita, mas aí o interesse da mídia pelo grupo já havia passado. A Globo, por exemplo, desistiu de veicular o clipe feito para o Fantástico, com a música Geórgia A Carniceira. O grupo perdeu o pique: "A gente era um bando de caras pobres, alguns já com filhos, a grana sempre curta. No aperto, chegamos até a gravar vinhetas para a TV Jornal (uma delas para o programa Jorge Chau)", relembra Marco Polo.Em dezembro de 1974, o Ave Sangria parecia querer alçar vôo novamente.
O grupo fez uma das suas melhores apresentações, com o show Perfumes & Baratchos.
O público que foi ao Santa Isabel não sabia, mas teve o privilégio de assistir ao canto de cisne da Ave Sangria.
Foi o último show e o fim da banda.fonte:
www.senhorf.com.br
Dois_Navegantes

Ave Sangria

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La_Fora

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Tres_Margaridas

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O_Pirata

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Momento_Na_Praca

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Cidade_grande

Ave Sangria

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Seu_Waldir

Ave Sangria

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Hei!_Man

Ave Sangria

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Por_Que

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Corpo_Em_Chamas

Ave Sangria

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Georgia,_A_Carniceira_

Ave Sangria

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Sob_o_Sol_de_Sata

Ave Sangria

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Nov 2, '06 3:09 PMfor everyone

Nos dias 28 e 29 de dezembro de 1974, a hoje cult e lendária Ave Sangria fazia no vetusto Teatro Santa Isabel o show Perfumes Y Baratchos.
Foi uma curta temporada de apenas duas concorridas apresentações(com tanta gente no lado de fora, que na metade de cada show, o vocalista Marco Polo mandava que os portões fossem abertos). Foi a mais bem sucedida apresentação da curta carreira da Ave Sangria.
No entanto, aquele seria o canto de cisne do grupo, que se dissolveria logo depois.De prestígio em alta em Pernambuco e no Sudeste, onde algumas das faixas do único álbum que lançaram tocavam bem no rádio, Marco Polo, Almir de Oliveira, Agrício Noya (o Juliano), Ivson Wanderley (Ivinho), Israel Semente Proibida, e Paulo Rafael davam a volta por cima depois do baque sofrido com a censura e apreensão do primeiro e único LP, por causa da faixa Seu Valdir (o disco foi relançado sem esta música):
A gente estava no maior pique, mas manter uma banda de rock no Brasil na época era muito complicado. Lembro que levei o disco para a Rádio Tamandaré, na época a mais refinada da cidade e a moça que me atendeu, o nome era Norma, deve ter achado a música muito estranha, e não tocou. Além do mais, a Ave Sangria só vivia entrando em rolo. Como eu ainda era menor, faziam as coisa no meu nome. O Santa Isabel, por exemplo, foi alugado assim. Fui eu que fui numa tal Censura Estética da Polícia Federal liberar os cartazes do show", recorda o guitarrista e produtor Paulo Rafael, hoje morando no Rio.
Geneton Moraes Neto, atualmente diretor de redação do Fantástico, em 1974, cobria a cena músical pernambucana daquela década e assinava a coluna Ensaio Geral, no Diario de Pernambuco. Ele lembra de um dessas confusões com os Rolling Stones do Nordeste, como a Ave Sangria era também conhecida, tanto pela música quanto pelos rolos que protagonizava: “Eles eram muito invocados. Uma vez um dos integrantes teve algum problema com a polícia, e os caras foram na redação para pedir que o jornal não publicasse a notícia. Fiz entrevistas com eles, dei muitas notas, mas não vi esse último show”, testemunha.Lailson, o cartunista do DP, fez a direção musical de Perfumes Y Baratchos , e também o responsável pela arte do cartaz (restaurando a ave do logotipo do grupo, semelhante a um carcará, que foi refeita de forma grosseira, no Rio, para a capa do disco Ave Sangria, saído pela Continental). Para ele, aquela foi uma morte de certa forma anunciada:
Lembro que pouco antes do show, Marco Pólo chegou a comentar comigo que pretendia partir para carreira solo”. Lailson recorda que sentia um certo clima de rivalidade entre Almir e Marco Pólo, enquanto Israel era uma estrela à parte. “Acho que o afastamento de Rafles, espécie de relações pública deles, contribuiu para o fim”, conclui. Paulo Rafael destaca a participação de Ivinho: “Ele era meio militar, levava tudo muito a sério. Quando a gente entrou no palco, havia um bocado de castiçais, da decoração bolada por Kátia Mesel. Ivinho, quando viu aquilo reclamou, ‘Tá parecendo coisa de macumba’”. Além das velas tinha ao fundo um castelo:” Pegamos de um cenário do teatro, acho que de alguma ópera”. Marco Polo, atualmente na Continente Multicultural, numa entrevista ao crítico Héber Fonseca (no JC), dois dias antes do show, não parecia pensar em carreira solo:
Não é ainda o trabalho da Ave Sangria. Há apenas um esboço, uma insinuação, é dela que vamos partir para outros caminhos”. O produtor Zé da Flauta, então no Ala D’Eli, efêmera banda de Robertinho do Recife, tocou flauta e sax no Perfume Y Baratchos. Ele também não imaginava que aquele seria o início do fim da banda: “Pensava que dali eles iniciariam uma nova fase”.O certo é que Ave Sangria fez duas apresentações tecnicamente impecáveis: “O show começa com um tema meu, A grande lua, meio Pink Floyd. Os amplificadores Milkway, de Maristone (dono do melhor som de palco do Recife nos anos 70), se a gente mexesse uns botõezinhos faziam a guitarra soar feito um sintetizador”, conta Paulo Rafael. “Nesses dois shows fizemos várias músicas inéditas”, completa Marco Polo.Há unanimidade entre Zé da Flauta, Paulo Rafael ou Marco Polo (Agrício Noya, Ivinho e Almir de Oliveira não foram localizados para esta matéria. Israel Semente já faleceu) sobre o catalisador da dissolução da Ave Sangria: “No início de janeiro, Alceu, que namorava a banda há muito tempo, fez o convite para os músicos tocarem com ele no festival Abertura da TV Globo. Eu ainda fiz alguns shows no Rio, aqui, com Israel, mas já estava casado, com filho, decidi voltar ao jornalismo”, conta Marco Polo. O guitarrista Paulo Rafael completa: “Não teve assim um ‘vamos acabar’. Depois do Abertura a gente se questionou. Eu queria sair de casa, uns já estavam casados, economicamente não havia no momento outra coisa a fazer. Continuamos tocando com Alceu”.
O Ave Sangria voltaria a reunir-se mais uma vez, para gravar um clipe para o Fantástico, de Geórgia Carniceira. Almir de Oliveira (que não foi tocar com Alceu Valença) revelou que o clipe foi um equívoco da produção da Globo: “Queriam era a banda de Alceu, mas acabaram chamando a Ave Sangria”. O clipe, gravado num estúdio em Botafogo, nunca foi ao ar. Permanece até hoje nos arquivos da emissora carioca.fonte: http://jc.uol.com.br
a grande lua

perfumes & baratchos

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janeiro em caruaru

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vento vem (boi ruache)

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dia-a-dia

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ge鏎gia, a carniceira

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sob o sol de sat�

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instrumental

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por que

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hei! man

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o pirata

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l� fora

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Uma das melhores bandas dos anos 70...beleza!

9 de mai de 2007

DESIDERATA:

Vá placidamente por entre o barulho e a pressa e lembre-se da paz que pode haver no silêncio.

Tanto quanto possível, sem capitular, esteja de bem com todas as pessoas.



Fale a sua verdade calma e claramente; e escute os outros, mesmo os estúpidos e os ignorantes; também eles tem a sua história.


Evite pessoas barulhentas e agressivas.Elas são tormento para o espírito.


Se você se comparar a outros, pode-se tornar-se vaidoso e amargo; porque sempre haverá pessoas superiores e inferiores a você.


Desfrute suas conquistas assim como seus planos.


Mantenha-se interessado em sua própria carreira, mesmo que humilde;é o que realmente se possui na sorte inserta dos tempos.


Exercite a caute-la nos negócios porque o mundo é cheio de artifícios.

Mas não deixe que isto o torne cego a virtude que existe; muitas pessoas lutam por autos ideais; e por toda parte avida é cheia de heroísmo.

Seja você mesmo.

Principalmente não finja afeição, nem seja cínico sobre o amor; porque em face de toda aridez e desencantamento ele é perene como a grama.

Aceite gentimente o conselho dos anos, renunciando com benevolência às coisas da juventude.

Cultive a força do espírito para proteger-se num infortunio inesperado.Mas não se desgaste com temores imaginários.

Muitos medos nascem da fadiga e da solidão.Acima de uma benéfica disciplina, seja bondoso com sigo mesmo.

Você é filho do Universo,não menos que as árvores e as estrelas.

Você tem direito de estar aqui.

E,quer seja claro ou não para você, sem dúvida o universo se desenro-la como deveria.

Portanto esteja em paz com Deus, qualquer que seja a sua forma de consebe-lo, e, seja qual for a sua lida e suas aspirações, na barulhenta confusão da vida, mantenha-se em paz com a sua alma.

Com todos os enganos, penas e sonhos desfeitos, este ainda é um mundo maravilhoso.

Esteja atento.


"Desiderata- do Latin Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração""Encontrado na velha igreja de Saint Paul,Baltimore,Datado de 1692"

Absorvido de materiais didáticos do professor Sergio José Schirato.

"Para mudar o Resultado é nescessário mudar o Processo."

Shows: Camisa de Vênus

Nesta sexta-feira, dia 11, às 22:00 horas, no Via Funchal, show da mais importante banda do rock brasileiro, Camisa de Vênus.

Show Imperdível !!!

Apresentação única em São Paulo. Contamos com a presença de todos os fãs Paulistas e paulistanos. Para mais informações acesse o site www.viafunchal.com.br Dia 16 - quarta-feira, Camisa de Vênus no Bar Opinião em Porto Alegre (RS).

Marcelo Nova volta a usar o nome da banda que o consagrou. Ao seu lado estão os membros originais Robério Santana (baixo), Karl Hummel (guitarra) e Gustavo Mullen (guitarra). O experiente guitarrista Luiz Carlini e o jovem baterista Denis Mendes completam a formação, que promete relembrar "Eu não Matei Joana d'Arc", "Hoje", "Gotham City" e outros rocks que marcaram os anos 80. (Revista Veja) Atenciosamente, Ari Mendes / Nova Produções Artísticas


www.marcelonova.com.br

Esta mensagem foi enviada por Marcelo Nova III - {perfil oficial}.
Para ver o perfil de Marcelo, clique em:http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7458977291552189776

5 de mai de 2007

SHOW DO GRUPO " A BOLHA " NO GARDEN HALL - RJ

SHOW DO GRUPO A BOLHA NO RJ

Isto não é um convite....é uma INTIMAÇÃO...

Queremos mostrar o nosso som para o maior numero de pessoas possíveis....

POR FAVOR AVISEM À TODOS...

NINGUÉM PODE FALTAR...

com direito a canja de BRUCE HENRY (SOMA)

....DESBUNDE, PSICODELIA E ROCK AND ROLL..DIA 25 DE MAIO SEXTA FEIRA NO GARDEN HALL (BARRA)LANÇAMENTO DO CD "É SÓ CURTIR"A BOLHA

A BOLHA: www.abolha.com.br

Rapaziada..que encontro Soma e Bolha...ta ai a dica..sem comentários ..beleza!

1 de mai de 2007

Quem nasce Zé...

MÚSICA (30/4/2007)
Quem nasce Zé...

Zé Geraldo nos dois momentos do show ´Um pé no mato, um pé no rock´, registrando seu primeiro DVD (Foto: Maurício Barbieri)

MATÉRIAS RELACIONADAS
(1/5/2007) - Deus é brasileiro
(29/4/2007) - ´COTIDIANO E PRÁTICAS CULTURAIS´

Décimo quinto álbum, primeiro DVD:
“Um pé no mato, um pé no rock” comprova a integridade da trajetória do mineiro Zé GeraldoO Zé mineiro já é quase um paulistano, embora jamais tenha deixado de lado as suas raízes regionais.
Não só quando faz música. Fez mais: aproximou o desejo de liberdade e de felicidade brejeira das lições de paz e de amor à natureza e à vida, colhidos e difundidos pela geração dos anos 60, através de gurus como Bob Dylan e alguns outros. Como comprova este projeto: nas duas frentes do palco do Sesc Pompéia (claro, em São Paulo), ele divide o show em “Um pé no mato” e “Um pé no rock”.Salvo do conturbado sonho da bola por um acidente de carro, Zé Geraldo, 62, começou como ZeGê, nos anos 70, apostando no universo romântico. Após alguns compactos, um LP e vários festivais, terminou a década como Zé Geraldo, lançando o álbum “Terceiro Mundo”. Nele, seu maior sucesso até hoje, como intérprete: a balada urbana “Cidadão”, música de Lúcio Barbosa: “Tá vendo aquele edifício, moço?/Ajudei a levantar (...) Mas me diz um cidadão/criança de pé no chão/aqui não pode estudar”... Já ouviu?O antigo hino do velho “bicho-grilo” (formado em Administração de Empresas) continua muito popular em todo o país. Dos imediatamente seguintes “Estradas” (1980) e “Zé Geraldo” (1981), seu DVD contempla alguns outros sucessos: a valsa-guarânia “Rio Doce” e a folk das folks “Como diria Dylan” (“Nunca deixe se levar por falsos líderes/Todos eles se intitulam porta-vozes da razão”), do primeiro (nas respectivas metades, “do mato” e “do rock”), e, do outro, “Senhorita” (“Aqui é pequeno/mas dá pra nós dois/E se for preciso/a gente aumenta depois”), “Milho aos pombos” e “Olhos mansos”, as duas últimas, do “rock”, em ambas contando com toda a sede de liberdade deste mineiro do mundo e com sua também dylaniana harmônica, tocada ainda, claro, naquela sua referência direta ao velho ídolo.De “Sol Girassol” (1985), constam: “Semente de tudo” e “A poeira, o canto e você” (canções de amor em clima folk que, como outras de seu repertório, revelam seu lado junkie em versos como “Eu sou o atalho de todas as grandes/estradas por onde passei”) na primeira parte do DVD.
A segunda é aberta por “Peão de trecho”, do também ao vivo “Poeira e Canto” (1988). “Uma parte do mundo é nossa morada/A outra parte é o nosso quintal”... A partir dela, zera tudo: Zé chega de camiseta, o cenário muda e o rock´n´roll rola solto. A faixa também constaria do “Viagens & versos” (1989), onde também aparece “O seringueiro”, homenagem ao líder acreano Chico Mendes, morto um ano antes.Já “Lua curiosa”, baladona brejeira com Tavares Dias e Cacá Bloise, é de “No arco da porta de um dia” (1986). A baladona junkie “Galhos secos” vem de “Ninho de sonhos” (1991). Do álbum “Aprendendo a viver” (1995), vem o rock “Terceiro Mundano” (com Aroldo Santarosa) e “Deságua”, moda de viola que abre o novo projeto. De “No meio da área” (1998), os country-rocks “Zé e José” (em que, contra as “cabeças treinadas para competir”, Zé “cantou histórias das estradas”) e “Uma balada pra Gija”, além da toada “Olhos de jardineiro” (“Esperar é acreditar/A vida me ensinou a esperar”). E tem, de seu CD anterior, outra road-canção “Tô Zerado” (2004), outro rock em que Zé critica “a ilusão do Gugu e do Faustão”, na faixa-título; a toada “Tão bonita” (nos extras) e ainda “A baba do Ali Babá”, veemente parceria com Tavares Dias sobre “esse país de ladrões”.
Toda a discografia consta dos extras do DVD, que também trazem depoimento sobre as principais influências, o sertanejo Tião Carrero e o universal Bob Dylan, além de “Tão bonita” e da inédita, faixa-título de seu próximo CD “Catadô de Bromélias”, mais para o caminho “do mato”) e ainda de um coro de sua “família zegeraldiana”, cantando “Poema e trova”, de seu disco de 1986. O velho Zé de tantas canções e de tantas estradas balançou.


Cidadania junkieEntre bons solos de Zé e de seus músicos, sobretudo em sua segunda parte, “Um pé no mato, um pé no rock” reafirma todos os valores espalhados nas duas frentes musicais levadas por Zé Geraldo ao longo de sua carreira. Baladas junkies guiadas pelo acordeom, pela viola ou pela guitarra, que valem um bocado, mesmo diante da ausência de clássicos como “Uai, Bichinho” e “Voar voar” (do álbum “Caminhos de Minas”, de 1983) e ainda, do disco seguinte, “Quem nasce Zé não morre Johnny não” e a igualmente marcante faixa-título “Sol Girassol”.Em todos estes álbuns, Zé Geraldo gravou principalmente canções próprias, mas aqui e acolá interpretou parceiros de ideais como: “Cachorro Urubu” (Raul Seixas/Paulo Coelho), “Notícias de terra civilizada” (Jorge Mello e Belchior), “Negro amor” (Bob Dylan, em versão de Péricles Cavalcante) e “Aprendendo a viver” e “Demasiadamente urbano”, do velho amigo Renato Teixeira, com quem gravou um outro registro ao vivo, “O Novo Amanhece” (Kuarup), na companhia de sua filha, a cantora Nô Stopa, e do herdeiro de Renato, Chico Teixeira. Renato participa do DVD em “Lua Curiosa”.

Já Nô, divide com o dono da festa o rockão “Terceiro Mundano”. E tem ainda o vocalista da banda capixaba Manimal, Alexandre Lima. Ele canta“Como diria Bob Dylan” e vai de guitarra e sax em outras.“Um pé no mato, um pé no rock” é um prêmio a mais para a carreira deste cantor e compositor que soube manter sua linguagem e sua generosidade, em mais de 30 anos. Segundo lançamento de seu selo, o “Sol do Meio dia”, após “Tô Zerado”, o projeto também chega em CD (o décimo quinto de sua carreira), com cinco faixas a menos: “A poeira, o canto e você”, “Rio doce” e ainda “Tô Zerado”, “A baba do Ali Babá” e “Uma balada pra Gija”.No show, que muda de cenário e de instrumentação após as primeiras nove faixas, Zé Geraldo (voz, violão e gaita) é acompanhado por Jean Trad (violão e guitarra), Carlito Rodrigues (baixo acústico e baixo elétrico), Carneiro Sândalo (bateria e percussão), Aroldo Santarosa (violão, guitarra e vocal), Alexandre Lima (sax, guitarra, violão e vocal), Xuxa Levy (flauta, teclados e vocal), Gabriel Levy (acordeão), Nô Stopa (vocal) e Tuca Fernades (vocal). Uma moçada com quem Zé está sempre na estrada, levando todo o romantismo de um cidadão terceiro-mundano.


HENRIQUE NUNES.

Repórter

Origem dos documentos:

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=428716

Que beleza estas reportagens: